sexta-feira, 13 de setembro de 2013

E o paraíso?

Seio que todo mundo já leu a respeito, e o tema está meio defasado. Mas tive que fazer um trabalho a respeito e achei "infortúnio" eu não aproveitar esse texto aqui no blog.
Os países tidos como “paraíso” são países que estão em crescimento sócio econômico nos últimos anos e que tem um rápido desenvolvimento nessas áreas, mas a visão por cima para determinar um “paraíso” levando-se em conta apenas os fatores econômicos, escondem e encobertam outras situações que nem sempre estão tão bem esclarecidas e resolvidas dentro do sistema politico daquele país.

Assim, sempre margeando o estado, esses problemas não solucionados podem com uma gota d’água vir a tona e desencadear “problemas no paraíso”.

Dessa forma, um aglomerado de pensamentos, reivindicações  procura por soluções e respeito a sociedade encontra um viés que os ligam e se unem  em um uníssono a procura de resolver não um problema particular especifico, mas uma demanda de necessidades sociais que foram se acumulando ao longo de muitos anos. E não há um alvo politico especifico, todo o estado é o alvo e todo o estado é culpado pelas mazelas sociais agora em busca de soluções.

Muitas dessas reivindicações vão se alterando e se estruturando naturalmente ao longo do percurso, haja visto que os envolvidos percebem que aquela causa especifica precisa para ser concretizada de uma base restruturada ou uma complexa alteração em outras áreas para que possa ser efetivamente alterada.

Dessa forma, os protestos vão ganhando contornos e clarezas e o viés que nessa nova era possibilitou toda essa transformação, atende pelo nome de ‘redes sociais’. Twitter, G+, Instagram, Facebook e blogs (principalmente esses), foram essenciais no Brasil e ao redor do mundo para que essas chuvas ‘locais’ de desconforto com a política ganhasse corpo e voz. As redes sociais ampliaram e materializaram a visão der insatisfação social que cada um particularmente já conhecia e a comunicação rápida dessas redes globalizadas, mostraram aos usuários que não só eles em particular tinham o que falar, exigir e manifestar, e essas redes de maneira geral conectou pessoas com propósitos semelhantes, que conectou a outras pessoas com propósitos distintos mas com o mesmo objetivo: “melhorias sociais, politicas, econômicas, culturais” em seu país.


As redes sociais fomentaram e auto incentivaram a população desconfortável com a situação a muito tempo. Essa facilidade que as redes sociais proporcionam, com uma rápida comunicação, contribuiu de forma significativa e imprescindível  para uma organização ampliada e objetiva a fim de levar para as ruas um movimento heterogêneo. As redes sociais foram as mãos que impulsionaram, mobilizaram e proporcionaram um movimento que a anos queria ir a rua, mostrar que toda uma geração não está contente nem acomodada com estas situações.

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