Seio que todo mundo já leu a respeito, e o tema está meio defasado. Mas tive que fazer um trabalho a respeito e achei "infortúnio" eu não aproveitar esse texto aqui no blog.
Os países tidos como “paraíso” são países que estão em
crescimento sócio econômico nos últimos anos e que tem um rápido
desenvolvimento nessas áreas, mas a visão por cima para determinar um “paraíso”
levando-se em conta apenas os fatores econômicos, escondem e encobertam outras situações
que nem sempre estão tão bem esclarecidas e resolvidas dentro do sistema
politico daquele país.
Assim, sempre margeando o estado, esses problemas não
solucionados podem com uma gota d’água vir a tona e desencadear “problemas no
paraíso”.
Dessa forma, um aglomerado de pensamentos, reivindicações procura por soluções e respeito a sociedade encontra um viés
que os ligam e se unem em um uníssono a
procura de resolver não um problema particular especifico, mas uma demanda de
necessidades sociais que foram se acumulando ao longo de muitos anos. E não há
um alvo politico especifico, todo o estado é o alvo e todo o estado é culpado
pelas mazelas sociais agora em busca de soluções.
Muitas dessas reivindicações vão se alterando e se estruturando
naturalmente ao longo do percurso, haja visto que os envolvidos percebem que
aquela causa especifica precisa para ser concretizada de uma base restruturada
ou uma complexa alteração em outras áreas para que possa ser efetivamente
alterada.
Dessa forma, os protestos vão ganhando contornos e
clarezas e o viés que nessa nova era possibilitou toda essa transformação,
atende pelo nome de ‘redes sociais’. Twitter, G+, Instagram, Facebook e blogs
(principalmente esses), foram essenciais no Brasil e ao redor do mundo para que
essas chuvas ‘locais’ de desconforto com a política ganhasse corpo e voz. As redes
sociais ampliaram e materializaram a visão der insatisfação social que cada um
particularmente já conhecia e a comunicação rápida dessas redes globalizadas,
mostraram aos usuários que não só eles em particular tinham o que falar, exigir
e manifestar, e essas redes de maneira geral conectou pessoas com propósitos semelhantes,
que conectou a outras pessoas com propósitos distintos mas com o mesmo
objetivo: “melhorias sociais, politicas, econômicas, culturais” em seu país.
As redes sociais fomentaram e auto incentivaram a população
desconfortável com a situação a muito tempo. Essa facilidade que as redes
sociais proporcionam, com uma rápida comunicação, contribuiu de forma
significativa e imprescindível para uma
organização ampliada e objetiva a fim de levar para as ruas um movimento heterogêneo.
As redes sociais foram as mãos que impulsionaram, mobilizaram e proporcionaram
um movimento que a anos queria ir a rua, mostrar que toda uma geração não está
contente nem acomodada com estas situações.
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