Eu não acredito que o amor é mutável, que o amor ao longo das gerações possa representar outra coisa que não o amor.
Não consigo acreditar em amor dois ponto zero (2.0), amor na faze Beta, ou pré-amor. As relações, elas sim se modernizam, os meios de se relacionar se modernizam, os sentimentos serão sempre os mesmo. Sempre, assim.
Só existe um tipo de amor, aquele em que se ama. Se você simplesmente considera, você não ama. Se você gosta, você não ama. Carinho por alguém não é amor. Afeto está longe se ser amor.
Você pode amar e sentir consideração, carinho e afeto por uma pessoa. Mas se você só gosta, por favor, não diga que ama.
"Ahh, mas então, e aí, como eu sei que é amor?" – boa pergunta. O amor é como a morte, ninguém sabe bem o que acontece, e existem muitas duvidas sobre o amor. O amor é algo racional? O amor é construído? Induz-se ao amor? Deixa-se de amar e volta a amar a mesma pessoa? Ama-se até quantas pessoas em uma vida? Quanto tempo para o amor acabar? O amor é eterno? Será que eu já amei? Eu não sei.
Taí várias perguntas que a medicina, a psicologia, a biologia e todas as ciências tentam desvendar. Já se sabe muito sobre o amor, já eu não sei mais de nada.
O amor as vezes é volátil, isso responde muito das perguntas acima, mas nem todo amor é volátil, alguns são. A gente nunca sabe o que vai ser do amor, o amor é assim.
Não da para viver de mil amores, só que pra saber o que é o amor é preciso viver. Se permitir às vezes. Tem que deixar acontecer, o amor é um pássaro livre, sem rumo pousa a qualquer hora em qualquer lugar... é o típico caso da borboleta no jardim: "não corra atrás de uma borboleta, ela sempre voará para mais longe, cultive o seu jardim e espere, ela aparecerá".
Eu sei que as veze sé difícil ter esta paciência, "ah meu D'us, vou morrer sem amar e ser amado". WTF? Não é nenhum pecado isso, não se tem uma ordem, uma CLV (consolidação das leis de vida), uma constituição onde diz que é obrigatório "amar e ser amado".
Quer saber, o amor é um caso sério, até o Fantástico já fez séries para desvendar as "histórias do amor". A cada domingo os telespectadores ficavam ainda mais confusos. O amor é isso, uma confusão constante na cabeça. Não sei se ele está no coração, a pleno pulmão, onde é que está o amor?
Ha pessoas que se 'orgulham' de 'não amar as pessoas e evitar sofrimentos', assim como há pessoas que vivem muito felizes por 'amar alguém e se sentir-se completamente
satisfeitas, realizadas'.
Amor tem muito pra se falar, muito pra se descobrir, pouco tempo para aproveitar. Uma vida inteira pra se permitir.
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