sábado, 30 de março de 2013

Direito ou esquerdo, não importa!


Evolução, é disso que precisamos, dar o direito de duas pessoas que se amam de se manter uma união estável reconhecidos de seus direitos é o mínimo do básico do aceitável em um país. Democracia, independência. Como diriam na França há algumas décadas atrás: igualdade e fraternidade.

Não há motivos racionais e emocionais para que se proíbam duas pessoas de se casarem. Esse direito deve estar inserido não nas regras de sociedade moderna, mas sim nas regras da humanidade, na etiqueta da vida, só o simples motivo da existência e no direito de escolha de cada pessoa.

Nenhum conceito religioso ou politico deve se opor a isso, a vida segue o caminho da felicidade independe da religião ou do partido político. Que cada ser humano possa se decidir pelo que te faz ou não feliz, e nesse termo não podemos interferir como sociedade. Se é possível existir guerra, porque não é de direito que duas pessoas do mesmo sexo que se amam e que querem construir diante da sociedade (casamento civil) uma família?

As pessoas devem parar de se preocupar com aquilo que não as afetam diretamente, porque não vejo mal em João  e José se casarem: as contas a pagar, a receber, casa, comida, despesas, e tudo que envolvem uma família serão de obrigações deles cumprirem, eu como vizinho não tenho o direito de se quer me preocupar com isso. A moral não é afetada pelo tipo sexual da qual transamos, ou pelo tipo sexual que levamos para a cama. A dignidade, “vergonha na cara”, respeito, moral, ética, e tantos outros verbos e sinônimos atribuídos a necessidade de ser um cidadão de bem, não são interferidas pela condição sexual das pessoas.

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