Evolução, é disso que precisamos, dar o
direito de duas pessoas que se amam de se manter uma união estável reconhecidos
de seus direitos é o mínimo do básico do aceitável em um país. Democracia, independência.
Como diriam na França há algumas décadas atrás: igualdade e fraternidade.
Não há motivos racionais e emocionais para
que se proíbam duas pessoas de se casarem. Esse direito deve estar inserido não
nas regras de sociedade moderna, mas sim nas regras da humanidade, na etiqueta
da vida, só o simples motivo da existência e no direito de escolha de cada
pessoa.
Nenhum conceito religioso ou politico deve se
opor a isso, a vida segue o caminho da felicidade independe da religião ou do
partido político. Que cada ser humano possa se decidir pelo que te faz ou não
feliz, e nesse termo não podemos interferir como sociedade. Se é possível
existir guerra, porque não é de direito que duas pessoas do mesmo sexo que se
amam e que querem construir diante da sociedade (casamento civil) uma família?
As pessoas devem parar de se preocupar com
aquilo que não as afetam diretamente, porque não vejo mal em João e José se
casarem: as contas a pagar, a receber, casa, comida, despesas, e tudo que
envolvem uma família serão de obrigações deles cumprirem, eu como vizinho não
tenho o direito de se quer me preocupar com isso. A moral não é afetada pelo
tipo sexual da qual transamos, ou pelo tipo sexual que levamos para a cama. A
dignidade, “vergonha na cara”, respeito, moral, ética, e tantos outros verbos e
sinônimos atribuídos a necessidade de ser um cidadão de bem, não são
interferidas pela condição sexual das pessoas.
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