Não sabia que labirintite não existe (consta) no dicionário do celular. O famoso auto-corretor não reconheceu meu primeiro título para o blog. Oh merda...
Enfim, não estamos aqui para falar disso.
- Aliás muito provavelmente só eu esteja aqui.-
Contudo vamos ao ponto.
Já parou parar pensar como pedimos para que os outros façam coisas que nem nós mesmo não fazemos? (sim, meu primeiro post é um clichê antológico).
Aquela velha eloquência: faça o que eu digo, mas mão faça o que eu faço (ou ao menos como eu faço).
Não, não estou aqui para reclamar da minha vida amorosa, nem do meu relacionamento. Não é isso apesar do contexto principal ter tudo a ver com as famosas críticas ao namorado(a) que você sempre ouve da(o) sua/seu amiga(o) "in love".
Acontece que as vezes nos pegamos em cada atitudes ridículas. Atitudes que não aceitamos nos outro, mas que por ventura, nós, eu mesmo, myself, posso, quero e tenho o direito de fazer.
Como somos medíocres.
Cobramos coisas, ficamos indignados, e fazemos a mesma burrice...
Reclamamos de corrupção.
Furamos filas.
Somos inconformados com a "malandragem".
Recebemos um troco errado (a mais, é óbvio. Porque se for a menos, partimos a cara do sujeito) e não devolvemos.
Mas hoje a minha mediocridade foi outra. Estava tonto, tudo rodava, minha cabeça explodia. Não fui ao médico.
Hipócrita, porque dias atrás, excomunguei um amigo por ele estar nessa mesma situação e na sua irredutibilidade não querer ir ao médico.
Hoje ele me disse o mesmo. Que eu deveria me cuidar, saúde não é brincadeira (só para os políticos) e...
ao invés de ir me consultar, vim aqui escrever. Não sei se foi o certo. Provavelmente sim, pois já estou bem. (ao menos momentaneamente).
Só em ter escrito e expurgado eu me sinto aliviado. As vezes a consulta deve ser interna, as vezes o remédio contém uma outra bula, uma outra maneira de ingerir. Temos que aprender.
Prioridades.
Enfim, não estamos aqui para falar disso.
- Aliás muito provavelmente só eu esteja aqui.-
Contudo vamos ao ponto.
Já parou parar pensar como pedimos para que os outros façam coisas que nem nós mesmo não fazemos? (sim, meu primeiro post é um clichê antológico).
Aquela velha eloquência: faça o que eu digo, mas mão faça o que eu faço (ou ao menos como eu faço).
Não, não estou aqui para reclamar da minha vida amorosa, nem do meu relacionamento. Não é isso apesar do contexto principal ter tudo a ver com as famosas críticas ao namorado(a) que você sempre ouve da(o) sua/seu amiga(o) "in love".
Acontece que as vezes nos pegamos em cada atitudes ridículas. Atitudes que não aceitamos nos outro, mas que por ventura, nós, eu mesmo, myself, posso, quero e tenho o direito de fazer.
Como somos medíocres.
Cobramos coisas, ficamos indignados, e fazemos a mesma burrice...
Reclamamos de corrupção.
Furamos filas.
Somos inconformados com a "malandragem".
Recebemos um troco errado (a mais, é óbvio. Porque se for a menos, partimos a cara do sujeito) e não devolvemos.
Mas hoje a minha mediocridade foi outra. Estava tonto, tudo rodava, minha cabeça explodia. Não fui ao médico.
Hipócrita, porque dias atrás, excomunguei um amigo por ele estar nessa mesma situação e na sua irredutibilidade não querer ir ao médico.
Hoje ele me disse o mesmo. Que eu deveria me cuidar, saúde não é brincadeira (só para os políticos) e...
ao invés de ir me consultar, vim aqui escrever. Não sei se foi o certo. Provavelmente sim, pois já estou bem. (ao menos momentaneamente).
Só em ter escrito e expurgado eu me sinto aliviado. As vezes a consulta deve ser interna, as vezes o remédio contém uma outra bula, uma outra maneira de ingerir. Temos que aprender.
Prioridades.
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